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segunda-feira, 14 de agosto de 2023

domingo, 10 de maio de 2020

Indonésia - um País fascinante



Gostei tanto deste País! Gostava muito de voltar!

Um País de gente bonita e muito simpática.

Um País maravilhoso para visitar, cheio de beleza natural.

Um País de gente pobre, mas digna.

Um País maioritariamente muçulmano, mas que acomoda todos os credos.

Um País onde fui com algum preconceito, e de onde voltei fã!













quinta-feira, 10 de março de 2011

Cavalos Roubados - o melhor livro que li em 2010

Hoje, a propósito de uma conversa com a Ana Gualberto decidi-me a escrever sobre o livro que mais me entusiasmou em 2010. Não é uma critica literária, até porque não sei fazer isso, mas sim um desabafo sobre este livro.
Comecemos pelos factos... entrei numa livraria à qual não vou fazer publicidade porque não me paga para isso e vi este livro. Chamou-me a atenção o facto de não ter artigo no título; não é "Os Cavalos Roubados" mas sim "Cavalos Roubados". Parece idiota (e provavelmente até é), mas a ausência do "Os" fez-me comprar o livro. Isso, claro, e o facto do autor ser norueguês. Pela primeira vez iria ler um livro de um autor da Noruega, País que não conheço mas que imagino fabuloso para viver.

Quando no meu Clube de Leitura, chegou a minha vez de escolher, não hesitei - "Cavalos Roubados". A leitura programava-se para o mês de Dezembro, que é sempre um mês complicado pois, para além do Natal, havia uma festa de um centenário para preparar. Com pouco tempo comecei a temer o pior - que iria odiar o livro.

Pois foi exactamente o contrário. Com muito pouco tempo para dedicar à leitura, tive que saborear cada um dos momentos lindos do livro rapidamente. 
Que livro fabuloso. A métrica e a cadência do livro é magnífica. E é um livro de uma escrita tão simples. O livro não tem pensamentos fabulosos, nem histórias violentas nem nada do que é habitual encontrar. É simples e de uma escrita que parece também muito simples. Fiquei fã do autor, pena é que só tenha este livro traduzido para Português. A métrica, isto é, o modo como ele utiliza a narrativa e que vai mudando e aumentando de ritmo na mudança de época à medida que o livro avança é girissimo. No inicio a mudança de época (sim, a história de Trond é contada a 2 tempos - na sua adolescencia e na sua velhice) é feita em cada capitulo, depois é quase metade-metade e, para o fim, é quase palavra a palavra. Mas sem qualquer complicação, como se tudo fosse natural e muito simples!!!!

Um homem que se encontra ao reencontrar-se com o passado. Lindo! Fez-me querer muito ir passear nas florestas da Noruega.

Muito bom - Nota 5!

Bjs,
Paula



Na Oficina do Livro diz-se o seguinte:




domingo, 23 de janeiro de 2011

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

As canetas - O desafio


O patrão do Aníbal pediu-lhe para comprar três tipos diferentes de canetas.
O primeiro tipo custa €0,02, o segundo custa €0,27 e o terceiro custa €0,47.
Ele deu-lhe €5 e disse-lhe para comprar 100 canetas.
O Aníbal pode fazer a combinação que quiser, desde que gaste exactamente €5 em 100 canetas.

Apenas uma solução é possível. Conseguem descobrir a solução? E acham que o Aníbal consegue descobrir qual é? Está aberta a votação!
Eu voto NÃO!


quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Feliz Natal

Para todos os meus amigos , inimigos e outros , desejos de um Feliz Natal cheio de coisas boas e doces.

Abreijos

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Bzzz bzzz bzzz...a união faz a força!


No fim de semana fui ao teatro. Fui ver uma peça infantil com o Guilherme. Foi o Bzzz bzzz bzzz...a união faz a força! A peça é muito engraçada e conta, de um modo muito engraçado e cantado, como é importante o trabalho de grupo e a consciência do colectivo. 
Não sei se o puto conseguiu perceber isto do colectivo mas sei que percebeu que as abelhas e os beija-flor andavam ás turras e que resolveram pôr de parte as divergências para lutar contra as formigas. Ou como ele disse "era sobre os beija-flor que não gostavam das abelhas e que depois já gostavam". Assim, sem mais nem menos. Que bom que era se tudo fosse assim tão simples, não acham?

Bjs

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Um grito de amor desde o centro do Mundo

Neste espaço, que começou por acaso e com um empurrãozinho da Joana Lopes, resolvi escrever o que me apetecesse sobre o que me apetecesse.

E agora, hoje, neste momento, apetece-me escrever sobre este livro. 

E porquê especificamente este? Não é (de todo) um livro particularmente bem escrito ; não é uma história muito original ; o tema não é dos que mais me interessam ; não é um clássico ou mesmo um dos livros que figuram nas famosas listas de Top100 ou Top1001.
No entanto é um dos livros que li ultimamente que mais me tocou. Pela aparente simplicidade da escrita, da história e mesmo das personagens. É um romance para ler devagar e apreciar cada momento. É sobre o Amor ! E que difícil é escrever sobre o Amor! E que difícil é ler sobre o Amor !

A doçura e nostalgia do amor de anos e anos de dois adolescentes faz-nos sorrir e nem o final trágico nos tira esse sorriso da cara !

É por existirem livros destes que vou continuar a ler até que um dia me deixe de apetecer. Mas... acho que vai ser difícil ver chegar esse dia!

domingo, 12 de dezembro de 2010

Alguna pregunta más?

Finalmente um filme de jeito!


http://www.imdb.com/title/tt1242422/

Cela 211 é um filme espanhol que me surpreendeu. É chocante e durissimo! Difícil de digerir, como disse o realizador Daniel Monzón, mas muito bem conseguido. A cena inicial é bastante reveladora do que vai ser o filme e capta claramente a atenção do espectador. O silêncio que se fez na sala foi espantoso. Muitas vezes, e esta foi uma delas, o filme transborda do écran e os espectadores movem-se como figurantes. Foi o caso.
Muito bem interpretado; Luis Tosar (que não conhecia) tem uma interpretação genial e também o Alberto Ammann é muito consistente.
Vou começar a dar mais atenção ao cinema espanhol. Só conheço e admiro Almodóvar mas, pelos vistos, há muito mais para apreciar.




sábado, 11 de dezembro de 2010

Rede Social ?!?!?


Bolas Bolas Bolas... A minha capacidade para escolher filmes só iguala a minha brilhante capacidade para escolher gajos! Cada um pior que o outro :-))

Depois de ver este filme, fiquei a pensar que o Mark Zuckerberg é um grandessissimo pateta e o Facebook ficou "estranho" desde então...


Como filme, não achei nada de especial. Mas foi eleito o melhor filme do ano nos EUA ! Estou out, como sempre! Começo a ficar preocupada :-)

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Jogo Limpo



Fui ver o Jogo Limpo, Fair Game no original.
Confesso que, como habitualmente, fui sem saber nada sobre o filme. Apenas  soube que um dos protagonistas era o Sean Penn, um dos melhores actores da actualidade.
Que desilusão... O filme é uma seca...
Penso que a ideia é boa mas o resultado final é realmente muito pouco atraente, pelo menos para mim.
Ainda haverá quem duvide que o mote da guerra do Iraque nunca foram as armas de destruição massiva? Já não há paciência !!




Bjs

A história do Natal