sexta-feira, 8 de maio de 2020
quarta-feira, 6 de maio de 2020
terça-feira, 5 de maio de 2020
sexta-feira, 24 de abril de 2020
Confinada... sinto falta...
Não tenho dito
nada neste período de confinamento/isolamento (e tudo o mais que me conseguir
lembrar acabado em “ento”) mas esta semana fui levada a pensar no que me faz
falta e como isso me faz sentir.
Confesso que logo
no imediato me vieram à ideia uma serie de coisas que sinto falta, mas não
consegui chegar ao “porquê” e “o que me faz sentir”. Ou melhor, não as consegui
transmitir, mas no fundo no fundo até sei. Depois de respirar um pouco a ideia,
cheguei à conclusão que, para além do que sinto falta, há uma carrada de coisas
que tenho a mais. E cheguei também à conclusão que do que sinto mais falta é de
sentir falta... Porque me estou a habituar a estar isolada? Porque me estou a habituar
a não contactar com ninguém fisicamente? Porque me estou a habituar a falar e a
fazer tudo por vídeo? Porque me estou a habituar a estar sozinha?
Medo!!!!!
Sinto falta da
minha rotina diária
Sinto falta de
estar parada no trânsito e de poder queixar-me disso
Sinto falta de
ter pressa e de correr de um lado para o outro com imensas coisas para fazer
Sinto falta de
poluição e de tubo de escape
Sinto falta de
uma boa conversa à frente de um café
Sinto falta de ir
jantar fora
Sinto falta de
barulho
Sinto falta de
ter fome e não ter tempo para comer
Sinto falta de ir
fazer compras à Baixa e, depois de uma manhã ou tarde inteira, não comprar nada
mesmo
Sinto falta de mim
Sinto falta de
sentir falta de tempo para descansar
Sinto falta de
sentir falta de estar em casa
Sinto falta de
sentir falta de estar sozinha
Sinto falta de
sentir falta de silêncio
Sinto falta de
sentir falta de dormir
O que realmento sinto falta é de
sentir falta!
“#$%&==)(/&%$#””#$%&/
segunda-feira, 8 de julho de 2019
Mais um momento, mais uma etapa
Ontem, mais um momento que junto às minhas memórias de vida.
Ontem, mais uma experiência que me enriqueceu.
Ontem, mais um confronto com os meus medos.
Ontem, mais um degrau que subi.
Ontem, mais um dia mágico.
Ontem, mais uma peça.
O medo e a ansiedade que antecede uma estreia é algo que não consigo descrever.
É sempre assim e não consigo perceber.
Perguntam-me "estás nervosa?" SIM SIM SIM estou nervosa! Antes de entrar em palco é irreal; um nervoso miudinho que não vai embora, por mais concentração, respiração que faça. Mas depois, como que por magia, piso o palco e... miraculosamente o nervoso desaparece.
Não consigo explicar este fenómeno.
É sempre assim.
E ontem, não foi excepção.
Adoro teatro. Não sei explicar bem porquê, mas sou viciada.
Confesso que o que gosto MESMO é do processo de criação das personagens.
Gosto das viagens até à estreia.
E o caminho, curiosamente, é também quase sempre igual para mim.
Começo muito confiante, a meio perco toda a confiança em mim e na personagem e nas últimas semanas volto a um percurso de ascensão na confiança.
Não consigo explicar. Não é por falta de entrega, não é por falta de empenho, mas é um facto que é usualmente sempre assim.
Ontem, o grande objectivo era.... o SILÊNCIO , a gestão do SILÊNCIO , a organica do SILÊNCIO.
Esperamos ter conseguido passar a mensagem dura e dificil.
quarta-feira, 26 de setembro de 2018
Báltico - Lituania - Annchen Von Tharau (Simon Dach)
Um dos momentos que vou recordar da minha viagem pela Lituania é a noite em Klaipeda.
Esta cidade da Lituania não é muito interessante, nem tem muito para ver mas a noite que lá passámos vai-me ficar na memória.
Depois de um dia particularmente cansativo e após um jantar de grupo na cidade, eu a Emilia e a Isabel resolvemos passear um pouco.
A cidade estava deserta. Não se via vivalma nem havia quase nada para ver.
A Emilia lembrava-se que tinha lido no Lonely Planet sobre uma estátua da Annchen Von Tharau. Para ser sincera, ela só dizia que era Anika qualquer coisa :-)
Com esta parca informação, tentámos encontrar a dita estátua. E encontrámos! Lá estava a Annchen em frente do teatro de Klaipeda.
Numa pesquisa no Google (reparem que não utilizei o verbo googlar), encontrámos a história da menina e do autor do poema, o Simon Dach. Encontrámos também a música que fizeram do poema.
E ficámos a ouvir, no escuro, em frente à estátua.
E foi um momento muito bonito.
Ora oiçam lá:
Não é lindo?
Já está na minha playlist!
Encontrei imensos videos no youtube da Annchen Von Tharau, mas este que aqui deixo foi o "original" - o que ouvimos na nossa noite em Klaipeda.
As memórias das viagens são feitas destes pequenos momentos !
domingo, 9 de setembro de 2018
Os 3 Países do Báltico
Esta viagem aos Países Bálticos foi diferente.
Com pouco tempo para planear ou pensar seriamente num destino, resolvi embarcar numa viagem de grupo que não conhecia muito bem. Sabia apenas que iriamos visitar 3 Países - a Estónia, a Letónia e a Lituania. Sabia que eram 3 ex républicas soviéticas que agora eram independentes e que pertenciam à Comunidade Europeia.
É qualquer coisa, mas convenhamos pouquinho...
Quando me perguntavam (e perguntaram muito) "O que é que lá há? O que vais ver?", a minha resposta era basicamente a mesma - que não sabia mas que depois contava tudo :-)
As expectativas eram, portanto, muito baixas. Talvez por isso, o resultado foi uma agradável surpresa.
Qualquer um destes 3 Países me surpreendeu bastante, tanto pela beleza das suas capitais - autênticos museus medievais, como pelas suas Histórias bastante dramáticas e sangrentas.
A Lituania foi dos 3 o que mais gostei. Talvez porque foi o País onde estive mais tempo e mais visitei, ou porque me senti muito bem. Era bem capaz de viver na capital - Vilnius. Gostei muito da cidade que não é muito grande mas que tem um clima muito acolhedor. O resto do País não é tão apelativo para viver, mas adorei visitar.
A Letónia foi o que menos gostei. Não sei bem explicar porquê, mas não me agradou tanto. As pessoas mais sisudas, menos simpáticas e com menos paciência :-(
Gostei muito desta viagem!
Digam lá que não é um bom destino de férias (no verão... porque 30º negativos no Inverno não me parece lá muito apelativo)


segunda-feira, 16 de julho de 2018
F É R I A S
Estou a precisar de férias... mas férias a sério...
Férias em que "desligo" o posto de trabalho e volto a ligá-lo quando regressar.
Férias para dasanuviar a moleirinha. Os meus (já poucos) neurónios estão a dar-me indicações de que deveria parar.
Férias para dormir, que é coisa que tenho feito muito pouco
Férias para ir ao cinema, sitio onde não ponho os pézinhos há meses
Férias para não fazer rigorosamente NADA
Férias para pensar muito seriamente na vida
Férias para tomar decisões importantes
Bom, isto assim começa a ficar sério e posso entrar em depressão.
Se calhar o melhor é não ir de férias :-)
terça-feira, 24 de abril de 2018
terça-feira, 13 de fevereiro de 2018
Subscrever:
Mensagens (Atom)




















